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Confira o resumo do Open Cup XII

06/02/2018 - eSports

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O Campeonato Mundial de Warface, Open Cup XII, teve pela primeira vez um time brasileiro participando. No total de 8 equipes, fora o Brasil, duas eram europeias e o restante eram times russos.

A grande favorita do público e dos casters, AG, teve uma acirrada disputa com a premiada ArenaStars na final e saiu coroada como a grande vencedora do campeonato.

 

Dia 1 - Fase de Grupos 

Depois do sorteio dos grupos que aconteceu na última quinta-feira (01/02), tivemos o primeiro dia de confrontos na sexta-feira, com o início da fase de grupos. Foram 6 partidas rápidas no formato MD1 para definir os vencedores da chave dos vencedores das tabelas.

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No Grupo A, a russa YoungStars passou direto para a semifinal depois de vencer a Sluper por 9 a 11 no mapa Destination. Em seguida, derrotou a Exception em uma partida mais fácil, por 11 a 2 no Palace.

Exception essa que rebaixou a brasileira Black Dragons para a chave de repescagem, depois de uma vitória de 11 a 6 no mapa Destination. Um jogo disputado no início, mas que, a partir do 5 a 5, só viu o time europeu pontuar.

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No Grupo B, a AG garantiu sua vaga na semifinal passando pela Asteria por 11 a 1 no Factory. Logo depois, deu um gostinho do que viria a ser a Grande Final, derrotando a ArenaStars por 11 a 4 no mapa Bridges 2.0, onde o seu sniper MagistrYoda começou a mostrar trabalho.

A ArenaStars, por sua vez, começou vencendo da Hope na primeira partida levada à prorrogação, com 14 a 12 no Palace. Lokkara, única menina do campeonato e sniper da Hope, trouxe um conhecimento interessante pra sua equipe, uma vez que é ex-jogadora da Arena. Mas não foi o suficiente para o time passar por cima.

 

Dia 2 - Fase de Eliminação 

No sábado, mudando as rodadas para o formato MD3, tivemos a Fase de Eliminação. A partir desse dia, quem perdesse estaria fora do Mundial. Infelizmente, o primeiro time a sair foi a Black Dragons.

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A BD abriu o dia enfrentando a Sluper. Começaram o primeiro jogo sob vantagem, mas a partir do momento que a adversária leu o time brasileiro, eles rebateram sua agressividade, vencendo por 11 a 6 no mapa District. No segundo jogo, os russos usaram a estratégia de rush da BD contra eles, começando agressivos com o fuzileiro MisterXent, chegando a matar sozinho todos os 5 integrantes da BD em um round. A segunda vitória foi de 11 a 5 no Destination e tirou o Brasil da competição.

No segundo jogo do Grupo A, a Sluper, aquecida da rodada anterior e com a mira afiada, não deixou os europeus da Exception jogarem. Começaram pontuando com um rápido 11 a 3 no Bridges 2.0, seguido de um 11 a 6 no District - onde a Exception começou abrindo o placar, mas não manteve o ritmo.

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O confronto entre Hope e Asteria foi um dos melhores jogos do dia, com os europeus mostrando mais força, mas enfrentando uma Hope com sede de vitória. A Hope começou abrindo o placar com a vitória de 11 a 4 no District, e fechou a rodada com 11 a 9 na primeira aparição do mapa D-17 - que trouxe com ele a mudança da line dos times para acomodar 2 médicos, classe que tem vantagem nesse local.

Ao contrário do que aconteceu no Grupo A, o time que caiu da winner’s foi para a semifinal. A ArenaStars se mostrou mais preparada vencendo a Hope por 11 a 4, tanto no District quanto no D-17. Os jogadores da Arena dominaram todas as estatísticas da rodada e detonaram a Hope, que entrou no Mundial para substituir o time americano XIII, cujos jogadores tiveram um problema com seus vistos.

 

Dia 3 - Finais

Os jogos realmente acirrados aconteceram no último dia de competição. Até então, todas as partidas tinham tido placares limpos (2 a 0 em todas as MD3), mas aqui, mesmo a final MD5 foi levada até a última partida.

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E o primeiro exemplo disso foi a MD3 inicial entre YoungStars contra ArenaStars, em que o 11 a 5 da Arena no Destination foi respondido pelo 11 a 5 da Young no District. O desempate, feito no mapa Bridges 2.0, fechou o placar de 11 a 9, cuja partida o sniper MagistrYoda chegou a eliminar 4 em um dos rounds finais.

A disputa do jogo seguinte – entre AG e Sluper –, já foi menos acirrada. Com 2 vitórias consecutivas, a primeira bem rápida (11 a 3 no Palace), e a segunda um pouco mais disputada (11 a 7 no Bridges 2.0), a AG contou com o ótimo desempenho do seu engenheiro Shaolin para chegar até a final.

Não por ser a grande final, mas por apresentar uma rodada MD5 com chances de vitória para os dois lados até o último jogo, a disputa entre ArenaStars e AG foi a mais emocionante de todo o Mundial.

A ArenaStars começou surpreendendo a todos com uma primeira vitória de 11 a 9 no Bridges 2.0. Para não deixar que ficassem com a vantagem, a AG respondeu com o mesmo 11 a 9, no District. Mas as coisas começaram a ficar preocupantes para eles com a segunda vitória da ArenaStars por 11 a 6 no mapa Factory – jogo que foi marcado pela troca de pontos no placar até chegar ao 6 a 6, no qual a AG simplesmente apagou e não fez mais nada em jogo.

Depois do blackout da AG, era esperada uma vitória da Arena no quarto mapa, o D-17. Mas o time favorito, depois de uma pausa técnica quando estava atrás na pontuação, mostrou toda a sua força e, com 11 a 9, levaram a rodada até o último jogo. 11 a 6 foi o placar da Destination, em que a AG marcou o último ponto do campeonato, em uma partida na qual os dois times deram seu sangue e mostraram todo o potencial de uma equipe de alto nível.

Com a AG vitoriosa, é encerrado o Open Cup XII. Ele marca o encerramento da temporada atual de Warface, mas abre um novo caminho para uma temporada em 2018 que promete ser um dos pontos mais altos em toda a história do jogo. Com novas regiões chegando à competição oficial do jogo, o Brasil pode esperar por um ano incrível para o competitivo.

 

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