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Os 10 mapas mais icônicos da história dos FPS

25/05/2017 - Blog

Divertir-se ao lado dos amigos é sempre uma ótima experiência. Preparar estratégias, escolher quais as melhores armas, encher os bolsos de granadas e ainda conquistar algumas eliminações na base da facada. Mas mesmo com ótimas companhias, o mapa escolhido pra trocar uns tiros também é essencial! Afinal, um mapa meia boca, sem apelo visual ou arquitetura bem planejada nunca será o suficiente para satisfazer nosso desejo por uma experiência memorável. 

Por conta disso, decidimos fazer uma viagem pelo tempo para relembrarmos alguns dos mapas mais icônicos na história dos jogos de FPS. Dizem que aqueles que não conhecem sua história estão fadados a repeti-la. Se isso é verdade mesmo, então vamos torcer para que os futuros desenvolvedores de games tenham conhecimento desses dez mapas. Caso isso aconteça, pode ter certeza que o futuro será uma maravilha para todos nós!

 

de_dust2: Counter-Strike

Obviamente que nossa lista ia começar com um dos mapas mais lendários de todos os tempos.  Ainda que estruturalmente simples, de_dust2 consegue ser extremamente balanceado para ambos os times, que podem utilizar as seis áreas disponíveis como miniarenas para seus embates. Após algumas partidas, os jogadores já até conseguem se locomover com agilidade por esse território, tornando-se ao mesmo tempo letais e fontes de inspiração para os novos recrutas. Criado pelas mãos do talentoso Dave Johnston, esse mapa mostrou ao mundo que algo minimalista pode possuir potenciais gigantescos. Não é a toa que mesmo depois de 15 anos, esse mapa continua sendo sinônimo de Counter-Strike.

 

Nuketown: Call of Duty: Black Ops

Centrado e dinâmico, esse mapa se mostrou perfeito para aqueles que gostam de ação direta. Inspirado em áreas de teste de ogivas nucleares, Nuketown contém vários veículos para serem utilizados como cobertura, além de manequins que, para os desavisados, acabam sendo a razão para munições desperdiçadas – mas tudo bem, até mesmo marmanjos tomam um sustinho de vez em quando. Como o nome do cenário pode revelar, toda partida é finalizada com o grande ka-boom de uma ogiva. Nem pense em se esconder dentro de uma geladeira para tentar escapar do seu fim inevitável, porque isso só funciona na cabeça do Spielberg.

 

Facing Worlds: Unreal Tournament

Ao pensar no berço das partidas multiplayer, a imagem de duas torres se encarando em meio ao vácuo do espaço sideral logo vem à mente. Snipers experientes muito bem posicionados são decisivos para impedir que sua bandeira seja tomada, exigindo jogo de cintura e alguns explosivos caso você deseje sobreviver a esses disparos mortais. Sem contar os embates que se passam no centro de Facing Worlds, que é sabiamente projetado com uma elevação para impedir sua visão do que está por vir. Cabe ressaltar ainda que mesmo tendo seus limites territoriais, a simples inserção da Terra e da Lua como parte do background já são mais do que suficiente para passar a sensação de que há muito mais para ser explorado. Essa é uma beleza do mapa que o tempo nunca vai eliminar.

 

2Fort: Team Fortress 2

Algo que não pode ser negado é que a Valve consegue criar jogos memoráveis ao extremo. Dentre todo seu repertório, o divertido Team Fortress 2, especialmente com o mapa 2Fort, levou muito jogadores até os limites de suas habilidades de trabalho em equipe. Graças ao  design desse ambiente, todas as classes têm a chance de mostrar o seu melhor, algo difícil de encontrar em jogos multiplayer.

 

Facility: 007 Goldeneye

O jogo pode até não ter opções online, mas quem se importa? Goldeneye revolucionou o mundo dos consoles, tanto ao expandir ainda mais a história de um filme clássico quanto ao trazer um dos mais divertidos modos de multiplayer em tela dividida na época. E dentre todos seus mapas, Facility ganha seu lugar em nossa lista. Com seus corredores claustrofóbicos e levemente labirínticos, além do perfeito posicionamento de objetos, o mapa acaba proporcionando a criação de emboscadas dignas de um agente da classe 00.

 

D17: Warface

Mesmo sendo relativamente jovem, especialmente se comparado com os vovôs do FPS, Warface cativou os fãs do gênero logo de cara. E mesmo se você jogou apenas uma vez, é bem provável que já tenha ouvido falar do D17. Esse mapa é mais uma prova de que level design sempre tem o potencial de elevar os níveis de diversão. Exclusivamente para Search and Destroy/Plant the Bomb, esse cenário exige que os times estejam afiados no assunto trabalho em equipe para se darem bem. O grande diferencial é que nesse armazém repleto de contêineres, todos têm seu espaço. Os Snipers podem encontrar pontos altos que são perfeitos para caçar seus alvos. Além disso, graças ao tamanho do mapa, os Engenheiros e Médicos conseguem rushar pelos corredores sem muita dificuldade, provando que são tão letais quanto seus companheiros. E claro que o espaço geral também beneficia os Fuzileiros que, com seu arsenal diversificado, podem limpar o campo em questão de segundos. Seja para defender ou desativar a bomba, não falta opções para a criação de múltiplas estratégias. Não é a toa que D17 é o queridinho no competitivo!

 

Wake Island: Battlefield 2

À primeira vista, essa ilha pode não parecer grande coisa. Você até pode pensar: “Capturar os pontos de controle é moleza”. No entanto, quando os ataques começam a vir literalmente de todos os lados (terra, céu e mar), rapidamente você percebe que cada ponto é tão vulnerável quanto o próximo e exige o máximo de suas habilidades. Logo você fica cheio de adrenalina e acaba se vendo engatinhando por entre as folhagens para montar emboscadas ou ainda sai pilotando seu barco entre um ponto e outro. E a paixão pelas loucuras propiciadas por Wake Island foi tanta, que os fãs se uniram para que as versões futuras de Battlefield tivessem sua própria versão desse mapa, algo que foi cumprido pela desenvolvedora.

 

Blast Pit: Half Life

Enfrentar aliens e parasitas é moleza para Gordon. E até o sexto capítulo desse clássico, é possível fazer bom uso de seu pé de cabra e armas para eliminar geral. Isso, claro, até que seus três novos amiguinhos entram em cena. Em um momento você está lá, lindo e contente exterminando inimigos, e então BOOOM, abre uma porta e se depara com um monstro imortal. E é a partir desse encontro que Blast Pit brilha. Saindo do convencional, a Valve preparou um mapa que deixou de lado o esquema “vá do ponto A até o ponto B para vencer”, para entregar um mapa que realmente precisa ser explorado no intuito de derrotar o chefão, que é o seu nêmese em vários momentos. Some a isso o fato de que os tentáculos reagem a cada som emitido, e podemos muito bem ter um dos precursores para as lutas em stealth de jogos mais atuais.

 

Oil Rig: Combat Arms

Quem melhor que um jogador para saber exatamente o que um jogador gosta? Com esse pensamento, a Nexon decidiu colocar nas mãos da comunidade, por meio de um concurso, o desenvolvimento de um novo mapa. E o resultado foi um completo sucesso! Em questão de dias, Oil Rig tornou-se o novo queridinho da galera, posição que se mantém firme até hoje. E não é para menos: o mapa foi feito para agradar a gregos e troianos – ou melhor, mercenários e especialistas. Em sua grandiosa dimensão, o mapa oferece inúmeros pontos estratégicos, o que também exige atenção redobrada antes de arriscar dar um passo à frente. E caso não conheça esse local, é bom não perder tempo. É tudo indescritível: a sensação de se esconder no alto de uma torre garantindo uma eliminação atrás da outra, correr pelas áreas abertas e, por fim, se encontrar com seu time para planejar um ataque no melhor estilo arrasa-quarteirões. Ah, e quando menos se espera o que já era bom ficou ainda melhor: Oil Rig foi o primeiro a passar por uma reformulação gráfica completa, algo que está sendo feito aos poucos ao redor do mundo, o que lhe conferiu um visual mais rico. Esse, com certeza, é um mapa de encher os olhos!

 

Blood Gulch: Halo

Mesmo sendo um mapa muito bom para algumas rodadas de Team Slayer, esse vasto canyon realmente revela todo seu potencial no acirrado modo Capture The Flag. Graças ao tamanho de Blood Gulch, não faltam opções para acabar com seus adversários ou ainda ser surpreendido por um deles. E atravessar todo esse espaço não é brincadeira, nem mesmo para os melhores Spartans, viu? Claro, você pode ir a pé de uma base a outra (torcendo para não ser o novo alvo de um sniper oculto), mas o melhor esquema é entrar a bordo de um dos vários veículos disponibilizados, incluindo a belezura do tanque, e partir para o quebra pau a toda velocidade. Ah, e quem poderia se esquecer da clássica tática de customização da armadura para poder se camuflar nos cantinhos mais escuros do mapa? Sacanagem? Talvez, mas cumpre seu propósito.

 

Menção Honrosa

 

Dorado: Overwatch

Quem melhor que Overwatch para representar essa nova geração de hero shooters? E dentre todos os locais disponíveis ao redor do mundo para defender ou destruir, Dorado acaba ganhando certo destaque, principalmente por sua atenção aos detalhes e alguns easter eggs. Caso esteja querendo extravasar um pouco dos combates, é só disparar sua arma em uma das várias piñatas – muitas das quais têm o formato de outros personagens da Blizzard – e veja deliciosas balinhas sendo espalhadas pelas ruas. Ou ainda, se quiser tentar animar o ambiente, vá até os grandes sinos e produza algumas belas notas. O tema do próprio Overwatch e da série Futurama são apenas dois exemplos do que já andaram criando por aí. Eliminar aos inimigos não é a única forma de se divertir em Dorado!

 

Concorda com nossa seleção? Deixe seus comentários e conte-nos quais foram os mapas que mais te encantaram ao longo de sua carreira de gamer. 

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